{"id":314,"date":"2012-08-28T14:58:34","date_gmt":"2012-08-28T14:58:34","guid":{"rendered":"http:\/\/sintema.org.br\/sintema\/?p=314"},"modified":"2012-08-28T14:58:34","modified_gmt":"2012-08-28T14:58:34","slug":"ufma-realiza-pesquisa-sobre-os-quilombolas-em-alcantara","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/sintema.org.br\/sintema\/ufma-realiza-pesquisa-sobre-os-quilombolas-em-alcantara\/","title":{"rendered":"UFMA realiza pesquisa sobre os quilombolas em Alc\u00e2ntara"},"content":{"rendered":"<p>A pesquisa, parte de um projeto maior aprovado pelo CNPq, \u00e9 composto de v\u00e1rias etapas<\/p>\n<p>ALC\u00c2NTARA &#8211; Um grupo de profissionais do Hospital Universit\u00e1rio, envolvendo nefrologistas, cardiologistas, nutricionistas, enfermeiros e bioqu\u00edmicos, entre outros, est\u00e3o realizando o maior levantamento sobre a\u00a0 sa\u00fade j\u00e1 feito com quilombolas no Maranh\u00e3o. A pesquisa, iniciada em Alc\u00e2ntara, pretende acompanhar mais de mil quilombolas em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s doen\u00e7as como a diabetes, altera\u00e7\u00f5es de press\u00e3o, doen\u00e7as renais e \u00edndices\u00a0 de nutri\u00e7\u00e3o, al\u00e9m de outras altera\u00e7\u00f5es que podem resultar desse primeiro levantamento, por um per\u00edodo de dez anos, nos casos em que forem constatados riscos para a sa\u00fade da fam\u00edlia, e, consequentemente, da comunidade.<\/p>\n<p>A pesquisa, parte de um projeto maior aprovado pelo CNPq, \u00e9 composto\u00a0 de v\u00e1rias etapas. Assim, os pesquisadores coletaram material dos quilombolas para o in\u00edcio do acompanhamento, mas isso s\u00f3 foi poss\u00edvel depois do aceite das comunidades, como explicou o coordenador principal da pesquisa, Natalino Salgado Filho. \u201cN\u00f3s s\u00f3 estamos indo agora para Alc\u00e2ntara porque tivemos que antes fazer um trabalho pedag\u00f3gico junto \u00e0s\u00a0 comunidades, explicando a cada uma os objetivos da pesquisa e as formas\u00a0 de acompanhamento de cada \u00e1rea da sa\u00fade\u201d, disse. O professor explicou que a inten\u00e7\u00e3o da pesquisa \u00e9 trabalhar com popula\u00e7\u00f5es acima de 18 anos, cujos h\u00e1bitos de alimenta\u00e7\u00e3o e de comportamento podem ajudar a prevenir as doen\u00e7as que ser\u00e3o acompanhadas.<\/p>\n<p>Minoria e Car\u00eancia<\/p>\n<p>H\u00e1 mais de 10 anos que o grupo de pesquisadores vinha alimentando a ideia de trabalhar com grupos que s\u00e3o categorizados como minorias: os \u00edndios, negros e quilombolas. E, isto porque, normalmente, s\u00e3o consideradas popula\u00e7\u00f5es carentes, pois n\u00e3o t\u00eam acesso \u00e0 sa\u00fade e, por consequ\u00eancia, possuem mais probabilidades de desenvolver as doen\u00e7as citadas. \u201cA escolha recaiu sobre os quilombolas porque 90 por cento deles s\u00e3o considerados quase-puros, ou seja, com um n\u00edvel de mesti\u00e7agem baixo\u201d, ressaltou Natalino Salgado, que, logo depois, lembrou que esse acompanhamento vai melhorar n\u00e3o somente o n\u00edvel de qualidade de vida dessas popula\u00e7\u00f5es, mas vai estimular pol\u00edticas de sa\u00fade p\u00fablica diferenciadas para as minorias \u00e9tnicas.<\/p>\n<p>Nesta pesquisa, a universidade Federal do Maranh\u00e3o n\u00e3o est\u00e1 s\u00f3. Al\u00e9m\u00a0 do professor Natalino Salgado, o projeto tamb\u00e9m est\u00e1 sendo realizado em\u00a0 parceria com a Universidade Federal de S\u00e3o Paulo, cujo coordenador \u00e9 o professor Ricardo Sesso. Deste modo, a pesquisa dever\u00e1 resultar em quatro teses de doutorado; cinco disserta\u00e7\u00f5es de mestrado, al\u00e9m de tr\u00eas bolsistas do CNPq, que est\u00e3o trabalhando na coleta de material nas v\u00e1rias comunidades visitadas.<\/p>\n<p><strong>Fonte:<\/strong> <a href=\"http:\/\/www.ufma.br\" target=\"_blank\">www.ufma.br<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A pesquisa, parte de um projeto maior aprovado pelo CNPq, \u00e9 composto de v\u00e1rias etapas ALC\u00c2NTARA &#8211; Um grupo de profissionais do Hospital Universit\u00e1rio, envolvendo nefrologistas, cardiologistas, nutricionistas, enfermeiros e bioqu\u00edmicos, entre outros, est\u00e3o realizando o maior levantamento sobre a\u00a0 sa\u00fade j\u00e1 feito com quilombolas no Maranh\u00e3o. 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