{"id":4775,"date":"2014-05-07T13:29:59","date_gmt":"2014-05-07T13:29:59","guid":{"rendered":"http:\/\/sintema.org.br\/sintema\/?p=4775"},"modified":"2014-05-07T13:42:19","modified_gmt":"2014-05-07T13:42:19","slug":"fasubra-unida-contra-a-repressao-ao-movimento-grevista","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/sintema.org.br\/sintema\/fasubra-unida-contra-a-repressao-ao-movimento-grevista\/","title":{"rendered":"FASUBRA unida contra a repress\u00e3o ao movimento grevista!"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"http:\/\/sintema.org.br\/sintema\/wp-content\/uploads\/2014\/05\/CNG-05052014-ATO-UNB.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone  wp-image-4776\" alt=\"CNG 05052014 - ATO UNB\" src=\"http:\/\/sintema.org.br\/sintema\/wp-content\/uploads\/2014\/05\/CNG-05052014-ATO-UNB.jpg\" width=\"480\" height=\"319\" srcset=\"http:\/\/sintema.org.br\/sintema\/wp-content\/uploads\/2014\/05\/CNG-05052014-ATO-UNB.jpg 800w, http:\/\/sintema.org.br\/sintema\/wp-content\/uploads\/2014\/05\/CNG-05052014-ATO-UNB-300x199.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 480px) 100vw, 480px\" \/><\/a><\/p>\n<p>Desde a deflagra\u00e7\u00e3o da greve no dia 17 de mar\u00e7o, o movimento tem se deparado com v\u00e1rias atitudes de dirigentes nas Institui\u00e7\u00f5es de Ensino, em uma franca demonstra\u00e7\u00e3o de despreparo para a conviv\u00eancia democr\u00e1tica e respeitosa na comunidade acad\u00eamica.<\/p>\n<p>Na UNB os trabalhadores que participavam de um caf\u00e9 da manh\u00e3, foram surpreendidos pelo reitor, que interrompeu a atividade com agressividade, chutando e quebrando uma cadeira, conforme relato dos companheiros que participavam do evento. O reitor j\u00e1 havia se destacado pela atitude hostil ao movimento paredista, mas, essa seria a primeira vez que o magn\u00edfico agiu com tanta grosseria e viol\u00eancia.<\/p>\n<p>J\u00e1 na UFPR, continua o trabalho para reverter os epis\u00f3dios de arbitrariedade, abuso de poder e cerceamento de direitos protagonizados pela Procuradora do MPF, pelo Reitor e pelo Diretor-Geral do Hospital das Cl\u00ednicas ( HC).<\/p>\n<p>Em Curitiba houve a cassa\u00e7\u00e3o do direito de greve, incluindo o corte de ponto e amea\u00e7as de instaura\u00e7\u00e3o de Processo Administrativo Disciplinar (PAD) contra os trabalhadores do HC em greve. O recurso e o agravo de instrumento apresentados pela assessoria jur\u00eddica do Sinditest-PR j\u00e1 est\u00e3o sendo avaliados, tanto em n\u00edvel local, quanto no TRF em Porto Alegre. Esperamos derrubar essa liminar o mais rapidamente poss\u00edvel, para em seguida tomar provid\u00eancias contra o ass\u00e9dio moral e as amea\u00e7as que as chefias e ger\u00eancias j\u00e1 est\u00e3o praticando dentro do HC. A greve continua no restante da UFPR e nas demais institui\u00e7\u00f5es da base do Sinditest.<\/p>\n<p>No Esp\u00edrito santo os trabalhadores da UFES tiveram que enfrentar o ass\u00e9dio da EBSERH, que ajuizou a\u00e7\u00e3o para impedir a comunica\u00e7\u00e3o do SINTUFES com a categoria, impedindo a afixa\u00e7\u00e3o de cartazes ou coloca\u00e7\u00e3o de faixas,indo ao absurdo de proibir cartazes convocando a assembleia da categoria. A reitoria tamb\u00e9m recorreu \u00e0 justi\u00e7a contra a greve para abrir restaurantes universit\u00e1rios e bibliotecas, al\u00e9m de determinar uma dist\u00e2ncia m\u00ednima a ser observada dos pr\u00e9dios da universidade nas atividades da greve.O reitor tamb\u00e9m pediu a entrada da Pol\u00edcia Federal no campus para intimidar os grevistas, os companheiros tiveram que enfrentar os policiais e se defender de acusa\u00e7\u00f5es inventadas contra o movimento e seus ativistas. Tudo impulsionado pela administra\u00e7\u00e3o da EBSERH no hospital universit\u00e1rio, que ataca o movimento e busca coibir a luta dos t\u00e9cnicos que foram cedidos para os quadros desta empresa.<\/p>\n<p>Em Palmas, os trabalhadores da Universidade Federal de Tocantins foram alvo de uma interven\u00e7\u00e3o do Minist\u00e9rio P\u00fablico Federal, que baseado em den\u00fancias de alunos citou o SINTAD-TO exigindo a realiza\u00e7\u00e3o de matr\u00edculas e de formaturas, como se fossem servi\u00e7os essenciais. Mas n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 isso, tamb\u00e9m est\u00e3o enfrentando o autoritarismo da reitoria. E lan\u00e7aram nota de rep\u00fadio as tentativas de ass\u00e9dio moral praticado, na Reitoria ou nos Campi, contra os servidores t\u00e9cnico-administrativos. Apesar dos ataques. a greve segue e os trabalhadores continuam na luta e buscam avan\u00e7os na pauta interna, como a paridade e o cumprimento do acordo firmado pelas 30h.<\/p>\n<p>Na UFVJM houve corte de ponto dos trabalhadores da universidade que est\u00e3o em greve. Os trabalhadores cobraram o Reitor por esta atitude autorit\u00e1ria, mas o mesmo justificou sua atitude com base no &#8220;Comunica da SEGEP&#8221; e do Of\u00edcio-Circular 26\/2014 GAB\/SESu\/MEC. Ressaltamos, entretanto, que todos os reitores receberam as mesmas determina\u00e7\u00f5es e o reitor da UFVJM foi o \u00fanico a acatar o comunicado, abrindo optando por abrir m\u00e3o da autonomia universit\u00e1ria e atingir a luta dos trabalhadores.<\/p>\n<p>Apesar dos ataques citados acima, n\u00e3o podemos deixar de lembrar e comemorar as vit\u00f3rias alcan\u00e7adas contra a intransig\u00eancia dos dirigentes, como no caso do IFMG, que em o SINDIFES entrou com pedido de liminar e a justi\u00e7a impediu o corte de ponto no Instituto Federal. Em seu despacho o juiz afirmou que \u201cn\u00e3o se pode punir com faltas (ou descontos) aquele que faz greve, pois, estar-se-\u00e1, de forma obl\u00edqua, a inibir\/inviabilizar o exerc\u00edcio do direito de greve, o que, n\u00e3o \u00e9 permitido pelo texto constitucional.\u201d A decis\u00e3o tamb\u00e9m explica que &#8220;(&#8230;) no caso em destaque, imputar faltas (ou descontos por aus\u00eancia) aos grevistas, como ocorreu, na esp\u00e9cie, nada mais significa do que \u201cconstranger o empregado ao comparecimento ao trabalho\u201d, funcionando como forma de \u201cfrustrar a divulga\u00e7\u00e3o do movimento\u201d presentes e futuros, atitudes essas expressamente vedadas em Lei\u201d.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m n\u00e3o podemos deixar de lembrar que em v\u00e1rias universidades os Conselhos Universit\u00e1rios como os da UFF, UFMS, UFAM, UFOP, UFRPE, UFSC, UFRGS, UFG, UFRJ, UFRB, UFBA, UNILAB e UFPR, j\u00e1 aprovaram mo\u00e7\u00e3o de apoio \u00e0 greve, o que demonstra que a atitudes de persegui\u00e7\u00e3o n\u00e3o s\u00e3o a regra nas institui\u00e7\u00f5es de ensino federal.<\/p>\n<p>A FASUBRA est\u00e1 \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o de todas as entidades de base para dar suporte na luta contra as arbitrariedades dos gestores das universidades. A greve \u00e9 um direito e ningu\u00e9m vai nos impedir de exerc\u00ea-lo!<\/p>\n<p align=\"center\"><b>O MEDO NUNCA CONQUISTOU DIREITOS!<\/b><\/p>\n<p align=\"center\"><b>(CLG UFT)<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\" align=\"center\"><em><strong>Fonte: Fasubra.<\/strong><\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Desde a deflagra\u00e7\u00e3o da greve no dia 17 de mar\u00e7o, o movimento tem se deparado com v\u00e1rias atitudes de dirigentes nas Institui\u00e7\u00f5es de Ensino, em uma franca demonstra\u00e7\u00e3o de despreparo para a conviv\u00eancia democr\u00e1tica e respeitosa na comunidade acad\u00eamica. 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