{"id":6033,"date":"2015-05-31T23:34:08","date_gmt":"2015-05-31T23:34:08","guid":{"rendered":"http:\/\/sintema.org.br\/sintema\/?p=6033"},"modified":"2015-05-31T23:34:08","modified_gmt":"2015-05-31T23:34:08","slug":"greve-afeta-48-universidades-federais-dizem-sindicatos","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/sintema.org.br\/sintema\/greve-afeta-48-universidades-federais-dizem-sindicatos\/","title":{"rendered":"Greve afeta 48 universidades federais, dizem sindicatos"},"content":{"rendered":"<h2>Em 18 das 63 universidades, os professores decidiram suspender aulas.<br \/>\nServidores t\u00e9cnicos de 45 universidades j\u00e1 pararam suas atividades.<\/h2>\n[caption id=\"attachment_6034\" align=\"alignnone\" width=\"434\"]<a href=\"http:\/\/sintema.org.br\/sintema\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/fup20150528294_1.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\" wp-image-6034\" alt=\"fup20150528294_1\" src=\"http:\/\/sintema.org.br\/sintema\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/fup20150528294_1.jpg\" width=\"434\" height=\"326\" srcset=\"http:\/\/sintema.org.br\/sintema\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/fup20150528294_1.jpg 620w, http:\/\/sintema.org.br\/sintema\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/fup20150528294_1-300x225.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 434px) 100vw, 434px\" \/><\/a> Professores em greve no Sergipe se algemam durante manifesta\u00e7\u00e3o nesta quinta-feira (28) (Foto: Jorge Henrique\/Futura Press\/Estad\u00e3o Conte\u00fado)[\/caption]\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Quarenta e oito das 63 universidades federais do pa\u00eds t\u00eam a rotina afetada por greves que come\u00e7aram a ser deflagradas na quinta-feira (28), de acordo com dados dos sindicatos.<\/p>\n<p>Balan\u00e7o divulgado nesta sexta-feira (29) aponta que o movimento atinge institui\u00e7\u00f5es de 26 estados, segundo o Sindicato Nacional dos Docentes das Institui\u00e7\u00f5es de Ensino Superior (Andes-SN) e a Federa\u00e7\u00e3o dos Sindicatos de Trabalhadores T\u00e9cnico-Administrativos em Institui\u00e7\u00f5es de Ensino Superior P\u00fablicas do Brasil (Fasubra).<\/p>\n<p>Do total de 48 universidades afetadas, em 15 h\u00e1 greve conjunta de professores e t\u00e9cnico-administrativos. Em outras tr\u00eas institui\u00e7\u00f5es, apenas os professores suspenderam as aulas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Em 30 universidades apenas funcion\u00e1rios (respons\u00e1veis por laborat\u00f3rios, bibliotecas e \u00e1reas administrativas) pararam as atividades.<\/p>\n<p>H\u00e1 ainda outras quatro institui\u00e7\u00f5es nas quais os t\u00e9cnicos decidiram, em assembleia, come\u00e7ar a greve na pr\u00f3xima semana. <em>(Veja abaixo a situa\u00e7\u00e3o das federais por estado<\/em>)<\/p>\n<p>Os servidores pedem reajuste salarial, reestrutura\u00e7\u00e3o da carreira e aumento de investimentos nas federais. Ao longo dos pr\u00f3ximos dias, professores e servidores das demais universidades federais devem fazer assembleias para decidir se participam ou n\u00e3o do movimento nacional.<\/p>\n<p><strong>Data marcada<\/strong><br \/>\nA data do in\u00edcio da greve havia sido anunciada pelo Andes-SN, ap\u00f3s decis\u00e3o em 16 de maio. Os professores tentam pressionar o governo federal a ampliar o repasse \u00e0s universidades federais, apesar do corte de R$ 9,42 bilh\u00f5es no or\u00e7amento do MEC.<\/p>\n<p>O ministro da Educa\u00e7\u00e3o, Renato Janine Ribeiro, disse nessa quinta-feira (28) que &#8220;as greves\u00a0 s\u00f3 fazem sentido quando estiverem esgotados os canais de negocia\u00e7\u00e3o&#8221; e rebateu a decis\u00e3o de professores e t\u00e9cnicos de universidades de entrarem em greve.<\/p>\n<p><strong>SITUA\u00c7\u00c3O NOS ESTADOS<\/strong><\/p>\n<p><strong>Acre<\/strong><br \/>\nOs t\u00e9cnicos e professores da Universidade Federal do Acre (UFAC) decidiram em assembleia parar suas atividades.<\/p>\n<p><strong>Alagoas<\/strong><br \/>\nNa Universidade Federal de Alagoas (Ufal), tanto t\u00e9cnicos como professores aprovaram em assembleia a ades\u00e3o ao movimento nacional de greve.<\/p>\n<p><strong>Amazonas<\/strong><br \/>\nNa Universidade Federal do Amazonas, os funcion\u00e1rios t\u00e9cnicos decidiram aderir \u00e0 paralisa\u00e7\u00e3o por tempo indeterminado.<\/p>\n<p><strong>Amap\u00e1<\/strong><br \/>\nNa Universidade Federal do Amap\u00e1 (Unifap), os professores decidiram suspender as aulas pedindo reajuste salarial e reestrutura\u00e7\u00e3o da carreira docente.<\/p>\n<p><strong>Bahia<\/strong><br \/>\nProfessores e servidores t\u00e9cnicos da Universidade Federal da Bahia (UFBA) pararam suas atividades.<\/p>\n<p>A UFBA sofre ainda com a paralisa\u00e7\u00e3o, desde o dia 13 de maio, de parte dos trabalhadores <a href=\"http:\/\/g1.globo.com\/bahia\/noticia\/2015\/05\/trabalhadores-terceirizados-da-ufba-param-por-tempo-indeterminado.html\">terceirizados<\/a> dos setores de limpeza e administrativo. Eles pedem o pagamento dos sal\u00e1rios de fevereiro, mar\u00e7o e abril que ainda n\u00e3o foi feito pela empresa L\u00edder Recursos Humanos, contratada pela universidade.<\/p>\n<p>Na Universidade Federal do Oeste da Bahia (UFOB), os docentes decidiram em assembleia suspender as aulas por tempo indeterminado.<\/p>\n<p><strong>Cear\u00e1\u00a0\u00a0<\/strong><br \/>\nEm assembleia, os t\u00e9cnicos Universidade da Integra\u00e7\u00e3o Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab) decidiram cruzar os bra\u00e7os e aderir \u00e0 greve nacional.<\/p>\n<p><strong>Distrito Federal<\/strong><br \/>\nOs servidores da Universidade de Bras\u00edlia (UnB) est\u00e3o com as atividades suspensas ap\u00f3s a assembleia da categoria ter aprovado greve.<\/p>\n<p><strong>Esp\u00edrito Santo<\/strong><br \/>\nOs servidores da Universidade Federal do Esp\u00edrito Santo (Ufes) aderiram \u00e0 paralisa\u00e7\u00e3o nacional. J\u00e1 os professores da Ufes marcaram assembleia para a pr\u00f3xima ter\u00e7a-feira (2) para decidir se entram ou n\u00e3o em greve.<\/p>\n<p><strong>Goi\u00e1s<\/strong><br \/>\nServidores t\u00e9cnico-administrativos da Universidade Federal de Goi\u00e1s (UFG) entraram em greve nessa quinta. Os professores n\u00e3o aderiram ao movimento no estado.<\/p>\n<p><strong>Maranh\u00e3o<\/strong><br \/>\nOs servidores da Universidade Federal do Maranh\u00e3o (UFMA) aprovaram, em assembleia, a greve por tempo indeterminado. Os funcion\u00e1rios paralisam suas atividades no dia 3 de junho.<\/p>\n<p><strong>Mato Grosso<\/strong><br \/>\nProfessores e servidores da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) entraram em greve por tempo indeterminado. A decis\u00e3o foi tomada em assembleia. A UFMT tem cerca de 20 mil alunos e 1.800 professores.<\/p>\n<p><strong>Mato Grosso do Sul<\/strong><br \/>\nOs funcion\u00e1rios t\u00e9cnicos da da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) decidiram aderir \u00e0 greve nacional. J\u00e1 os professores far\u00e3o uma assembleia no dia 10 de junho para decidir pela aprova\u00e7\u00e3o ou n\u00e3o da greve.<\/p>\n<p>Na Universidade Federal\u00a0 da Grande Doutados (UFGD), professores e servidores aprovaram a greve por tempo indeterminado.<\/p>\n<p><strong>Minas Gerais<\/strong><br \/>\nNo estado de Minas Gerais, os funcion\u00e1rios da Universidade Federal de Vi\u00e7osa (UFV) entraram em greve nessa quinta-feira por tempo indeterminado.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m aderiram os t\u00e9cnicos administrativos da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), da Universidade Federal de Lavras (Ufla-MG), da Universidade Federal de Minas Gerais, da Universidade Federal do Tri\u00e2ngulo Mineiro e da Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM).<\/p>\n<p>Na Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP), os funcion\u00e1rios acertaram em assembleia\u00a0 iniciar a greve na pr\u00f3xima segunda-feira (1\u00b0).<\/p>\n<p><strong>Par\u00e1<\/strong><br \/>\nProfessores e servidores de tr\u00eas universidades federais do Par\u00e1 decidiram aderir \u00e0 greve nacional.<\/p>\n<p>Est\u00e3o suspensas as aulas e as atividades dos funcion\u00e1rios na Universidade Federal do Par\u00e1 (UFPA), Universidade Federal do Oeste do Par\u00e1 (Ufopa) e na Universidade Federal Rural da Amaz\u00f4nia (UFRA).<\/p>\n<p>Na Universidade Federal do Sul e Sudeste do Par\u00e1 (Unifesspa), os servidores decidiram em assembleia aderir \u00e0 greve por tempo indeterminado.<\/p>\n<p><strong>Para\u00edba<\/strong><br \/>\nOs professores e os servidores da Universidade Federal da Para\u00edba (UFPB) decidiram entrar em greve por tempo indeterminado.<\/p>\n<p>Na Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), t\u00e9cnicos come\u00e7aram nesta quinta a greve decidida em assembleia. Os professores do campus de Patos tamb\u00e9m resolveram aderir \u00e0 greve.<\/p>\n<p><strong>Paran\u00e1<\/strong><br \/>\nNo estado, est\u00e3o em greve os funcion\u00e1rios da Universidade Federal do Paran\u00e1 (UFPR), da Universidade Tecnol\u00f3gica Federal do Paran\u00e1 (UTFPR) e da Universidade Federal da Integra\u00e7\u00e3o Latino-Americana (Unila).<\/p>\n<p><strong>Pernambuco<\/strong><br \/>\nOs servidores da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) come\u00e7aram a greve, por tempo indeterminado, nesta quinta-feira. Com o movimento, os t\u00e9cnicos pretendem paralisar setores como administrativo, secretarias e bibliotecas.<\/p>\n<p>J\u00e1 os professores da UFPE e da UFRPE decidiram manter as aulas durante assembleia realizada na \u00faltima segunda.<\/p>\n<p><strong>Piau\u00ed<\/strong><br \/>\nOs servidores t\u00e9cnicos da Universidade Federal do Piau\u00ed (UFPI) decidiram suspender as atividades durante tempo indeterminado. Os funcion\u00e1rios pedem reajuste salarial.<\/p>\n<p><strong>Rio de Janeiro<\/strong><br \/>\nProfessores e t\u00e9cnicos-administrativos da Universidade Federal Fluminense (UFF) est\u00e3o em greve desde quinta-feira (28).<\/p>\n<p>Na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), na Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) e na Unirio, apenas os funcion\u00e1rios decidiram entrar em greve.<\/p>\n<p><strong>Rio Grande do Norte<\/strong><br \/>\nOs docentes e os funcion\u00e1rios da Universidade Federal Rural do Semi-\u00c1rido (Ufersa) est\u00e3o em greve por tempo indeterminado.<\/p>\n<p>Na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), os servidores entraram em greve. Os professores, no entanto, continuam a dar aulas.<\/p>\n<p><strong>Rond\u00f4nia<\/strong><br \/>\nProfessores e servidores da Universidade Federal de Rond\u00f4nia (Unir) decidiram entrar em greve por tempo indeterminado.<\/p>\n<p><strong>Rio Grande do Sul<\/strong><br \/>\nOs servidores t\u00e9cnicos de cinco das seis universidade federais do estado resolveram parar suas atividades por tempo indeterminado.<\/p>\n<p>Est\u00e3o em greve, os funcion\u00e1rios da Universidade Federal do Rio Grande (Furg), da Universidade Federal de Ci\u00eancias de Sa\u00fade de Porto Alegre (UFCSPA), da Universidade Federal de Pelotas (UFPel), da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM).<\/p>\n<p><strong>Santa Catarina<\/strong><br \/>\nOs t\u00e9cnicos da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) aprovaram, em assembleia, iniciar a greve na pr\u00f3xima segunda-feira (1\u00b0).<\/p>\n<p><strong>S\u00e3o Paulo<\/strong><br \/>\nOs servidores t\u00e9cnico-administrativos da Universidade Federal do ABC (UFABC) e da Universidade Federal de S\u00e3o Carlos (UFscar) est\u00e3o em greve por tempo indeterminado.<\/p>\n<p>Na Universidade Federal de S\u00e3o Paulo (Unifesp), a decis\u00e3o dos funcion\u00e1rios foi de paralisar as atividades a partir de segunda-feira (1\u00b0).<\/p>\n<p><strong>Sergipe<\/strong><br \/>\nProfessores e funcion\u00e1rios da Universidade Federal de Sergipe (UFS) decidiram paralisar suas atividades por tempo indeterminado.<\/p>\n<p><strong>Tocantins<\/strong><br \/>\nOs professores e funcion\u00e1rios da Universidade Federal do Tocantins (UFT) aprovaram em assembleia a greve das categorias. Cerca de 20 mil estudantes est\u00e3o sem aulas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Fonte: G1.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em 18 das 63 universidades, os professores decidiram suspender aulas. Servidores t\u00e9cnicos de 45 universidades j\u00e1 pararam suas atividades. &nbsp; Quarenta e oito das 63 universidades federais do pa\u00eds t\u00eam a rotina afetada por greves que come\u00e7aram a ser deflagradas na quinta-feira (28), de acordo com dados dos sindicatos. 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