{"id":2128,"date":"2012-05-02T00:00:00","date_gmt":"2012-05-02T00:00:00","guid":{"rendered":"http:\/\/sintema.org.br\/sintema\/?p=2127"},"modified":"2012-05-02T00:00:00","modified_gmt":"2012-05-02T00:00:00","slug":"2127","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sintema.org.br\/sintema\/2127\/","title":{"rendered":"<STRONG>Dirigentes exigem empregos qualificados durante o 1\u00ba de Maio Unificado<\/STRONG>"},"content":{"rendered":"<p align=justify><img border=0 hspace=0 alt=\"\" align=baseline src=\"http:\/\/www.sintema.org.br\/portal\/noticias\/fotos_noticias\/20120502085319geralmaio.jpg\"><\/p>\n<p align=justify>&nbsp;<\/p>\n<p align=justify>O ato do 1\u00ba de Maio Unificado, em S\u00e3o Paulo, foi marcado pela grande festa que reuniu milh\u00f5es de trabalhadores e trabalhadoras, mas quem esteve na Pra\u00e7a Campo de Bagatalle tamb\u00e9m ouviu dos dirigentes sindicais uma s\u00e9rie de questionamentos a respeito do atual cen\u00e1rio brasileiro. Para os cetebistas presentes ao evento, o tema da desindustrializa\u00e7\u00e3o e dos empregos qualificados esteve na pauta do dia.<\/p>\n<p align=justify>&nbsp;<\/p>\n<p align=justify>Os protestos contra a desindustrializa\u00e7\u00e3o foram uma continuidade ao movimento Grito de Alerta, colocado nas ruas ao longo dos \u00faltimos meses em diversas regi\u00f5es do pa\u00eds, por iniciativa da CTB, das demais centrais sindicais e de parte do empresariado produtivo. Trabalhadores e lideran\u00e7as patronais se uniram por essa bandeira, a fim de gerar um debate e exigir do governo mudan\u00e7as que estimulem o surgimento de empregos de qualidade.<\/p>\n<p align=justify>\u201cO 1\u00ba de Maio surgiu com os trabalhadores protestando e exigindo a redu\u00e7\u00e3o da jornada de trabalho. Mais de um s\u00e9culo depois, os trabalhadores continuam utilizando o seu dia para levantar as suas bandeiras de reivindica\u00e7\u00f5es. Este ano, o que n\u00f3s estamos chamando de desindustrializa\u00e7\u00e3o na verdade \u00e9 a bandeira do emprego com qualidade, pois entendemos que se a economia n\u00e3o funcionar, o parque industrial poder\u00e1 fechar e os empregos ir\u00e3o desaparecer\u201d, explicou o secret\u00e1rio de Imprensa e Comunica\u00e7\u00e3o da CTB, Eduardo Navarro.<\/p>\n<p align=justify>&nbsp;<\/p>\n<p align=justify>Para tanto, a CTB e as centrais sindicais v\u00eam insistindo na necessidade de mudan\u00e7as na pol\u00edtica macroecon\u00f4mica nacional. O 1\u00ba de Maio Unificado, nesse sentido, \u00e9 mais uma demonstra\u00e7\u00e3o de for\u00e7a do movimento sindical organizado. \u201cA unidade das centrais \u00e9 importante e a prova do acerto dessa uni\u00e3o \u00e9 que n\u00f3s j\u00e1 conquistamos juntos varias quest\u00f5es. Agora estamos nessa verdadeira cruzada &nbsp;para o Brasil se desenvolver e gerar emprego, gerar sal\u00e1rios melhores. Para isso, \u00e9 preciso mudar a pol\u00edtica macroecon\u00f4mica, baixar os juros, mudar o c\u00e2mbio. Um ato deste tamanho evidentemente contribui para isso. Esperamos que o nosso pa\u00eds mude sua pol\u00edtica econ\u00f4mica para que possamos ser uma na\u00e7\u00e3o grande e desenvolvida\u201d, defendeu o presidente da CTB, Wagner Gomes.<\/p>\n<p><strong>Unidade e outras bandeiras<\/strong><\/p>\n<p>Para a secret\u00e1ria da Mulher Trabalhadora do CTB, Raimunda Gomes, as centrais demonstraram, mais uma vez neste ano, que a luta da classe trabalhadora deve ter a unidade como premissa. \u201cPara quem n\u00e3o acreditava que nossa unidade era pra valer, mostramos que a sa\u00edda contra a crise e o processo de retomada do crescimento passam por essa uni\u00e3o\u201d, destacou &nbsp;a dirigente, conhecida por todos como Doquinha.<\/p>\n<p align=justify>&nbsp;<\/p>\n<p align=justify>Al\u00e9m da quest\u00e3o sobre a desindustrializa\u00e7\u00e3o, dirigentes tamb\u00e9m cobraram do governo federal outros avan\u00e7os para a classe trabalhadora. Onofre Gon\u00e7alves, presidente da CTB-SP, exp\u00f4s uma lista de bandeira de lutas. \u201cTemos motivos para comemorar em grande estilo o Dia do Trabalhador, mas hoje tamb\u00e9m \u00e9 o dia de lembrarmos que temos bandeiras de lutas como a redu\u00e7\u00e3o da jornada de trabalho para 40 horas semanais (sem redu\u00e7\u00e3o de sal\u00e1rios) e o fim do fator previdenci\u00e1rio, ambas important\u00edssimas para o projeto de pa\u00eds pelo qual lutamos\u201d, afirmou.<\/p>\n<p align=justify>&nbsp;<\/p>\n<p align=justify><strong>Resposta positiva<\/strong> <\/p>\n<p align=justify>Ao longo do ato, diversos dirigentes destacaram o discurso feito pela presidenta Dilma Rousseff no dia anterior, em cadeia nacional de r\u00e1dio e TV, por conta do 1\u00ba de Maio. Na ocasi\u00e3o, ela cobrou de forma enf\u00e1tica uma nova postura dos bancos privados do pa\u00eds \u2013 bandeira defendida pelas centrais h\u00e1 tempos.<\/p>\n<p align=justify>\n<p>Em consequ\u00eancia, durante o ato desta ter\u00e7a-feira, o secret\u00e1rio-geral da Presid\u00eancia da Rep\u00fablica, Gilberto Carvalho, ressaltou que Dilma est\u00e1 ao lado dos trabalhadores em sua luta pelo fortalecimento da ind\u00fastria nacional.&nbsp;\u201cEnquanto na Europa os trabalhadores foram <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; O ato do 1\u00ba de Maio Unificado, em S\u00e3o Paulo, foi marcado pela grande festa que reuniu milh\u00f5es de trabalhadores e trabalhadoras, mas quem esteve na Pra\u00e7a Campo de Bagatalle tamb\u00e9m ouviu dos dirigentes sindicais uma s\u00e9rie de questionamentos a respeito do atual cen\u00e1rio brasileiro. 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