Trabalhadores maranhenses dizem não à Terceirização e ajuste fiscal do Governo



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Imagem: Jornal Pequeno.
As Centrais Sindicais em parceria com os Movimentos Sociais e Sindicatos de Trabalhadores realizaram, na manhã desta sexta-feira (29), em diversos pontos de São Luís, manifestações que pararam toda a cidade. Logo às 6 horas da manhã no Km 0 da BR-135, próximo à rotatória do Tirirical e ao aeroporto internacional de São Luís, no bairro São Cristóvão, os trabalhadores ocuparam a rodovia; na avenida dos Portugueses, próximo à Cidade Universitária da Universidade Federal do Maranhão (UFMA), no Bacanga, o protesto deixou o trânsito lento; e na Praça Deodoro, no Centro da capital maranhense, também houve Ato Político.
As manifestações fazem parte da convocação nacional das Centrais Sindicais com o intuito de sensibilizar a sociedade a se manter alerta e protestar contra os ataques que os trabalhadores vem sofrendo ao longo dos últimos meses com a aprovação do PL 4330 – da Terceirização na Câmara Federal, as MP´s 664 e 665, além das mudanças realizadas na concessão de benefícios na Previdência Social.
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“Não há nada de bom para os trabalhadores no projeto da Terceirização, já que legaliza a precarização das relações de trabalho, rebaixa os salários e acaba com os direitos da carteira de trabalho”, disse Hildinete Rocha, diretora da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil no Maranhão.
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No protesto realizado na BR 135, os trabalhadores metalúrgicos da ALUMAR participaram do evento. “Os 650 empregados demitidos pela ALUMAR, no crime de demissão em massa que está sendo efetivado pela multinacional estão aqui para dizer que não aceitarão calados essa prática de descartar o ser humano”, disse José Maria Araújo, presidente do Sindicato dos Trabalhadores Metalúrgicos de São Luís – SINDMETAL.
Os diretores Valmili Nina e Getúlio Bezerra participaram dos atos representando a Direção do Sintema. Segundo os sindicalistas, os protestos de hoje foram apenas o começo de uma série que serão realizados até que os representantes do povo ouçam o clamor das ruas.

Outra bandeira defendida pelas Centrais Sindicais é a taxação das grandes fortunas como forma de financiar a educação pública e políticas públicas de inclusão. “O Governo não pode sobretaxar os trabalhadores, deve cumprir a Constituição Federal e taxar as grandes fortunas desse país que só servem para ampliar o abismo social existente no país, comentou Joel Nascimento, presidente da CTBMA.

Com informações da CTBMA.

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