Diretoria realizou reunião e debateu temas de interesse dos trabalhadores.[/caption]
Na última quinta-feira (15), a diretoria do Sintema, gestão “Sindicato é pra Lutar”, realizou reunião ordinária de trabalho e debateu a Resolução aprovada na Plenária da Fasubra dos dias 7, 8 e 9 de setembro, que orientou a categoria em âmbito nacional a realizar jornada de lutas, construir uma greve geral, entre outras ações.
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Da esquerda para a direita, os delegados Sônia Almeida, Ademar Sena (participou pelo Conselho Fiscal da federação), Mariano Azevedo, Maria Clara, e Graça Barros, na Plenária Nacional da Fasubra.[/caption]
A diretoria referendou a Resolução da Fasubra, e vai submeter a decisão e o debate dos temas relacionados ao documento aos trabalhadores em educação da UFMA, em assembleia geral que ocorrerá nesta terça-feira (19).
Segundo o presidente do Sintema, Ademar Sena, o momento é delicado com diversas propostas de reforma ocorrendo no Congresso Nacional. “Os trabalhadores precisam se mobilizar para evitar a retirada de direitos e garantias, não podemos retroceder”, ressaltou o presidente.
Confira abaixo, os principais pontos da resolução:
ORNADA DE LUTAS PELO FORA TEMER E RUMO A GREVE GERAL
1. Reafirmar a importância da participação da FASUBRA e todas suas entidades filiadas no:
- Ato contra Cunha – no dia 12 de setembro ( data marcada para sua cassação),
- Marcha do Funcionalismo – no dia 13 de setembro
- Reunião Ampliada do Funcionalismo – no dia 14 de setembro.
2. 21 de setembro – Reunião da FASUBRA com o MEC – No mesmo horário as direções das entidades de base deverão pautar nas Reitorias os temas em debate nacional com o MEC. Apresentar a resolução da Plenária e informar a posição da categoria de construção da Greve da Educação.
3. Paralisação Geral chamado pelas Centrais Sindicais no dia 22/09 – com Atos nos estados.
3. Participar da Paralisação Nacional de 24h no dia 29/09 – convocado pelos sindicatos metalúrgicos.
4. Construir um Calendário de Lutas com o FONASEFE com atos unificados com categorias em campanha salarial (Bancários, Correios, Petroleiros e Metalúrgicos) com objetivo de acumular forças e experiências RUMO A GREVE GERAL. Incorporar o movimento estudantil.
*CONSTRUÇÃO DA GREVE GERAL COMEÇANDO PELA EDUCAÇÃO *
1. Propor ao ANDES, SINASEFE e entidades estudantis uma reunião da educação federal para discutirmos a possibilidade da greve do setor da educação federal para o mês de outubro.
2. Seguir fazendo o debate no FONASEFE sobre a construção da Greve do Funcionalismo Federal com eixos centrais focado na Luta contra a PEC 241, PLP 257 e Projetos de Leis que atacam os direitos dos trabalhadores e a soberania do País.
3. Seguir fazendo o debate e participando dos Fóruns junto às Centrais sindicais na construção de paralisações nacionais e da greve geral.
4. Deflagrar imediato ESTADO DE GREVE na base da federação, com assembleias periódicas, que irão avaliar a construção do calendário proposto e da conjuntura.
5. Orientar os sindicatos da sua base a construir assembleias unificadas e criação de comitês em conjunto com docentes e estudantes, para avaliação da conjuntura e diagnóstico orçamentário das instituições diante dos cortes e suas implicações nas políticas acadêmicas, administrativas e de gestão de pessoas.
6. Orientar os sindicatos de base priorizar o aprofundamento do debate formativo com o conjunto da categoria – acerca dos seguintes temas:
- PEC-241, PLP 257, Reforma da Previdência, Reforma Trabalhista, Cortes no Orçamento das Universidades, Projetos que comprometem o acesso a Universidade, Financiamento da Educação, Escola Sem Partido.
RESOLUÇÕES SOBRE 30HS
A FASUBRA – como representante legal de todos os trabalhadores técnico-administrativos em educação delibera:
01. Unificar nacionalmente as lutas por “30 hs para todos” – com paralisações nacionais para pressionar as reitorias a usarem a discricionariedade prevista em Lei e a autonomia universitária na defesa das “30 horas para Todos”.
02. Promoverá reunião das assessorias jurídicas com a finalidade de construir peças jurídicas e políticas que, fundamentadas em experiências, como a do CEFET de pelotas, garantam as “30 hs para Todos” e o direito de todos os técnico-administrativos em educação participarem de todas as atividades sindicais, principalmente paralisações e Greves.

