Trabalhadores em Educação da UFMA se reúnem em assembleia geral nesta quinta (24)



[caption id="attachment_8093" align="alignnone" width="474"]imagem Imagem divulgação contra a PEC 241: Fasubra.[/caption]

 

Depois de percorrer diversos setores da Universidade Federal do Maranhão (UFMA), a Comissão de Mobilização, formada pela diretoria do Sintema – gestão “Sindicato é pra Lutar” – e trabalhadores da base, se prepara para a assembleia geral da categoria na manhã desta quinta-feira, 24, oportunidade em que irão debater e deliberar sobre o indicativo de greve orientado pela Fasubra.

A assembleia está marcada para começar às 9h em primeira chamada, e 9h:30 em segunda. Os professores Antonio Gonçalves e Welbson Madeira, da APRUMA, foram convidados a proferir palestra sobre a Proposta de Emenda Constitucional que limita os gastos em áreas estratégicas como saúde, educação e infraestrutura, a PEC 55 (Senado), antiga 241, que já tem data para ser votada no Senado Federal, próximo dia 29.

Assembleia Geral – dia 24/11, às 9h: Hall do prédio Castelão
Atenção: Haverá palestra sobre e PEC 241, com os professores Antonio Gonçalves e Welbson Madeira)
Pauta: DEBATE E DELIBERAÇÃO SOBRE INDICATIVO DE GREVE ORIENTADO PELA FASUBRA.

Assembleias Setoriais – A Comissão trilhou por diversos setores da UFMA, onde conversou com a categoria alertando sobre os malefícios das medidas contidas na PEC 55 e em outros projetos de lei, proposta de Reforma da Previdência, dentre outros. O material informativo produzido pela Fasubra, reproduzido pelo sindicato, foi entregue aos trabalhadores em educação. CEB Velho, CCSO, Prefeitura de Campus, Reitoria, CCET, CCH, e outros setores, receberam a visita da Comissão.

SAIBA MAIS – A Fasubra deflagrou greve nacional contra a PEC 241 e outras medidas trabalhadas pelo Governo Federal e Congresso Nacional, que atingem os direitos dos trabalhadores (PL 257, Reforma da Previdência, Escola Sem Partido, etc.).

Além destes, a quebra do acordo de greve celebrado com o governo em 2015, é um dos principais motivos para a paralisação. O governo deixou de: reabrir o prazo de opção para adesão ao PCCTAE; aproveitar as disciplinas de graduação e pós-graduação para incentivo à capacitação; dar o afastamento para capacitação e qualificação; revisar as condições para a concessão dos adicionais de insalubridade e de periculosidade (ON 06/SEGEP/MP/2013); atualizar as atribuições dos cargos, atualização dos requisitos de ingresso, racionalização dos cargos; reconhecer o mestrado e doutorado obtidos fora do país aplicado com as mesmas regras para os docentes; dimensionar o Pessoal e Matriz de Distribuição de Vagas; publicar o Edital referente à adesão das IFEs ao Plano Nacional de Desenvolvimento Profissional dos Servidores Integrantes do PCCTAE, para oferta de 2. 000 vagas nos cursos de graduação e 2000 vagas nos cursos de especialização; dentre outros.
A greve atinge até o momento 48 universidades. A UFMA está entre as 12 instituições que, ainda, não aprovaram a deflagração de greve.
Imprensa Sintema.

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