Trabalhadores realizarão mobilização na entrada da UFMA



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Em assembleia geral de greve realizada na manhã desta quarta-feira (16), os trabalhadores em educação encaminharam demandas pertinentes ao movimento paredista que completa 103 dias em âmbito local.

A negociação com o Governo e os cenários apresentados pela FASUBRA e Fórum dos SPF´s foi o tema principal da pauta que, tratou dos últimos acontecimentos ocorridos em âmbito político e econômico no Brasil. Entre eles, o anúncio do arrocho fiscal do Governo Federal, que pretende aumentar e criar novos impostos, cortar gastos na educação, saúde, infraestrutura, etc., e suspender o reajuste do funcionalismo público.

Entre os trabalhadores foi consenso a ideia de que todos devem se manter unidos e, em greve, contra as medidas impostas à sociedade.

Dessa forma, foram aprovados os seguintes itens em assembleia:

1- Mobilização dos Trabalhadores em Educação na próxima sexta-feira, dia 18 de setembro, a partir das 7 horas, na entrada principal da UFMA;

2 – Participação no Ato realizado pela CSP/CONLUTAS, no dia 18 de setembro, a partir das 8:30 horas, na praça Deodoro, centro, São Luís;

3 – Assembleia Geral de Greve na próxima terça-feira, 22 de setembro, às 9 horas, no hall do prédio Castelão, UFMA, para deliberar sobre as negociações com o Governo.

 

HISTÓRICO

A representação da FASUBRA, apresentou ao Governo uma contraproposta, entre outros pontos, com índice de reajuste de 9,5% em 2016 e 5,5% em 2017. O Governo prometeu responder na data de hoje (16).

Entretanto, o CNG/FASUBRA após tomar conhecimento por meio da imprensa, da mudança na data do impacto de reajuste proposta do mês de janeiro de 2016 para agosto, formalizou a autoridade governamental representada pelo Ministério da Educação a discordância quanto ao descumprimento da palavra do interlocutor do governo, secretário de Relações de Trabalho Sérgio Mendonça do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, no transcorrer do processo negocial.

A última versão do Ajuste Fiscal ampliou o golpe, imputando aos trabalhadores a conta da crise que, além de diminuir o impacto do reajuste em 2016 que não cobria sequer a inflação de 2015, amplia a retirada de direitos dos trabalhadores, inclusive componentes que integram a remuneração salarial dos servidores federais.

A Presidente Dilma Rousseff opta pelo sacrifício dos trabalhadores, dos programas sociais, em favor do poder rentista.  Não restou outra alternativa aos trabalhadores, que no momento da reunião para tratar a pauta setorial, comunicou ao MEC, enquanto representante do governo, a disposição da categoria em ocupar o prédio e intensificar as ações em todo o país, para em nome dos Trabalhadores do serviço público federal, exigir do governo que mantenha a credibilidade do processo negocial em curso, recompondo a credibilidade junto a SRT/MPOG, descredenciada junto ao governo.

Houve ocupação do MEC ontem por parte do CNG/FASUBRA. Vamos aguardar e publicar assim que for disponibilizado pelo CNG/FASUBRA a resposta do Governo que ficou remetida aos trabalhadores na data hoje (16).

 Imprensa Sintema com informações do Portal Fasubra.

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