
EM DEFESA DA FASUBRA E PELA RETOMADA DO EIXO CENTRAL DA GREVE
A FASUBRA e sua categoria vivem um momento delicado, redobrando nossas responsabilidades na busca da construção de alternativas e estratégias para evitar a derrota de 2005, quando a Greve saiu do foco de interesse da categoria, para disputas político-partidárias, agressões, calúnias e provocações.

A limitação da avaliação do Comando Nacional de Greve/CNG hoje, centrada apenas no marco de ações radicalizadas, demonstra a fragilidade das mesmas, sem demonstrar a categoria os cenários e o que fazer para convencer o governo acerca das nossas proposições.
Estamos envolvidos numa “trama” tecida pelas contradições do movimento, que nos obriga pedagogicamente, a reviver o processo de construção da Greve, clamando pela defesa da FASUBRA, de suas instâncias democráticas e das regras construídas pelos próprios trabalhadores, bem como pela chamada a responsabilidade dos dirigentes dessa Federação, a fazerem uma avaliação do pouco tempo que nos resta para disputar o orçamento de 2012, independentemente do seu valor. Os trabalhadores não podem abrir mão da parte que temos direito. Portanto reavaliar o caminho que estamos trilhando e cada passo que damos.
A luta não começou com a Greve: o ano de 2011 começou sem trégua para a FASUBRA. O desafio de abrir negociações com o governo motivaram várias caravanas, que conquistaram o compromisso da Ministra Miriam Belchior, de abrir negociações, através da SRH/MP.
A CUT e a CTB se esforçaram ao máximo, para assegurar o cumprimento, por parte da FASUBRA, da agenda de negociação, bem como a pressão junto ao governo na busca de recursos para atendimento de nossa pauta. Nesse processo tivemos caravanas
