Fundo de Greve mantém a luta dos trabalhadores



 

 

Arrecadar doações para um fundo é tradição no movimento sindical combativo. Dessa forma, grandes greves ficaram marcadas na história de luta dos trabalhadores. Em 1979, quando os metalúrgicos de São Bernardo e Diadema deflagraram o primeiro movimento de massas depois do golpe de 1964, o Fundo de Greve teve um papel fundamental para sustentar o movimento que se daria no ano seguinte. Em 1980, mais de 60 mil metalúrgicos entraram em greve, o que foi essencial na luta contra a ditadura militar no Brasil.

 

Hoje não há mais ditadura militar, mas os trabalhadores ainda têm muito a avançar em sua luta. Se o pano de fundo não é mais a defesa da democracia, no caso dos servidores públicos, a luta atual é pelo serviço público de qualidade para toda a população. Isso só será possível com a valorização do servidor.

 

“Diante da greve deflagrada nacionalmente pela categoria desde o dia 1º de junho, manter um Fundo de Greve permanente é manter a força do movimento. O Sintema realizou o primeiro desconto de 1% do salário no vencimento de agosto, que fora aprovado pela categoria em assembleia geral do dia 15 de junho de 2011.

 

A arrecadação desta parcela para o fundo de greve serviu para divulgar e manter o movimento durante os primeiros 29 dias de greve na Ufma. Jornais, informativos, out-door´s, faixas, carros de som, alimentação, viagens para os Delegados eleitos participarem do Comando Nacional de Greve – CNG/Fasubra em Brasília, com pagamento de hospedagem, diárias e alimentação, foram alguns dos destinos da verba arrecadada. Além disso, foi repassado

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