ATENÇÃO | Trabalhadores não devem aderir à FUNPRESP



Sintema replica matéria publicada pelo SINDIFES, que fornece orientações e sugere aos trabalhadores a não adesão à Funpresp.

 

Boa leitura:

O SINDIFES orienta os Técnico-Administrativos em Educação, que ingressaram no serviço público antes e após fevereiro de 2013, a não aderirem a Funpresp-Exe (Fundação de Previdência Complementar do Servidor Público Federal do Poder Executivo). O modelo apresentado pelo governo nunca atendeu aos interesses dos trabalhadores, por isso a sua baixa adesão, principalmente porque não dá garantias aos servidores dos valores que receberão após anos de contribuição, ou mesmo de que a Fundação não irá ‘quebrar’, uma vez que depende de investimentos no mercado financeiro. Além disto, a adesão também implica na migração irrevogável e irretratável dos servidores do Regime Próprio de Previdência Social (RPPS) para o Regime de Previdência Complementar (RPC).

Na avaliação do SINDIFES o servidor não deve optar pela adesão por arriscar anos de investimentos em um fundo que não é sólido. Segundo a Superintendência Nacional de Previdência Complementar (PREVIC), dos 308 fundos de previdência complementar avaliados em 2017, 74 apresentaram má gestão e um déficit (prejuízo) total de mais de R$ 77 bilhões, o que demonstra a instabilidades destes fundos e a volatilidade diante do mercado.

A conjuntura econômica e política desfavorável aos trabalhadores e a dependência dos fundos em captar lucros no mercado financeiro, dificultam a recuperação desses prejuízos o que a longo prazo impactará nos valores que os servidores receberão (podem ser muito inferiores aos projetados na adesão, pois conforme informado, dependem exclusivamente do rendimento durante o período de aplicação) ou mesmo a quebra dos fundos (como já vimos em outros casos).

Desta forma, a orientação do SINDIFES continua a de não adesão à Funpresp por acreditar que o Regime Próprio de Previdência Social é melhor e deve ser defendido e fortalecido contra qualquer tentativa de criação de regime de previdência complementar.

 

Fonte: SINDIFES.

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