FASUBRA pressiona parlamentares contra a reforma da Previdência no aeroporto de Brasília



Com faixas, bandeiras e instrumentos de percussão, trabalhadores do serviço público federal, iniciativa privada, trabalhadores rurais e dos movimentos sociais gritaram o mote “se votar não volta. Ou param a reforma ou paramos o Brasil”.

Nesta manhã, 05, diretores da Federação e trabalhadores da base da FASUBRA Sindical participaram de um ato contra a proposta de reforma da Previdência, no aeroporto internacional de Brasília-DF. O objetivo é pressionar os parlamentares que desembarcaram na capital federal para início do ano legislativo a votar contra a reforma.

 

Com faixas, bandeiras e instrumentos de percussão, trabalhadores do serviço público federal, iniciativa privada, trabalhadores rurais e dos movimentos sociais gritaram o mote “se votar, não volta. Ou param a reforma ou paramos o Brasil”.

 

Organizaram a manifestação as entidades integrantes do  Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Públicos Federais (Fonasefe) e do Fórum Nacional Permanente das Carreiras Típicas de Estado (Fonacate), movimentos sociais da cidade e do campo.

 

 

Plenário da Câmara

Na terça-feira, 06, o relator da reforma na Câmara, Arthur Maia (PPS-BA), apresenta a nova versão do texto (Emenda Aglutinativa) no plenário. O substitutivo aprovado na Comissão Especial da reforma da Previdência aumenta o tempo de contribuição de 15 para 25 anos e a idade mínima dos homens para 65 anos e das mulheres para 62 anos (a partir de 2022).

 

As regras para alcançar o benefício serão as mesmas para o Regime Geral de Previdência Social (RGPS) e o Regime Próprio de Previdência Social (RPPS). Os trabalhadores rurais, professores do ensino básico, polícias legislativa, federal, rodoviária, ferroviária e civile os que praticam atividades prejudiciais à saúde terão idade mínima menor.  

 

A pensão por morte só poderá ser acumulada com limite de dois salários mínimos. O texto permite que a União, estados e municípios patrocinem planos de previdência complementar de entidades abertas e fechadas que não tenham sido criadas pelos próprios entes, inclusive, abre a possibilidade de privatização da previdência complementar dos servidores públicos.

 

 

Ato contra a reforma da Previdência e em defesa da democracia

Também no dia 06, às 9 horas acontece a audiência pública “ O relatório da CPI da Previdência” na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado Federal.

 

Às 14 horas os representantes da Frente Parlamentar Mista em Defesa da Previdência Social se reúnem no Ato contra a Reforma da Previdência e em defesa da democracia no plenário 14 da Câmara dos Deputados, para discutir ações.

 

Seminário

Dias 19 e 20 de fevereiro, acontece o Seminário em Defesa da Previdência Pública “A Previdência Social que Queremos”, no auditório Petrônio Portela do Senado Federal. Na ocasião, a representação do movimento sindical argentino vai compartilhar a experiência da luta contra a reforma da Previdência no país vizinho no fim do ano de 2017.

 

Serão ministradas palestras  sobre a emenda aglutinativa proposta pelo governo e o resultado da CPI da Previdência do Senado. O evento começa às 14 horas, do dia 19 de fevereiro e segue durante todo o dia 20.

 

Serviço

Audiência pública – O relatório da CPI da Previdência

Dia: 06/02/2018

Hora: 9h

Local: Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado Federal

 

Ato contra a reforma da Previdência e em defesa da democracia

Dia: 06/02/2018

Hora: 14 horas

Local: Câmara dos Deputados, Plenário 2, Anexo II

 

Seminário em Defesa da Previdência Pública “A Previdência Social que Queremos”

Dia: 19 e 20/02/2018

Hora: 14h

Local: Auditório Petrônio Portela do Senado Federal

 

Assessoria de Comunicação FASUBRA Sindical

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