GREVE GERAL | Trabalhadores em Educação da UFMA paralisam as atividades em defesa da Educação Pública



Liderados pelo Sintema, os trabalhadores técnico-administrativos da UFMA aderiram em massa à Greve Geral da Educação convocada pelas Centrais Sindicais e pela FASUBRA. Logo nas primeiras horas da manhã, na entrada principal da Cidade Universitária Dom Delgado, ao lado da APRUMA e de estudantes, os TAES mobilizaram toda a comunidade universitária para o Ato Unificado da Educação.

À tarde, as 15h, os trabalhadores seguiram da Praça Deodoro, pelas ruas do Centro Histórico da Capital maranhense, em um grande Ato em Defesa da Educação Pública, que reuniu cerca de 30 mil trabalhadores, estudantes e integrantes dos movimentos sociais.

 

Para o presidente do Sintema, Ademar Sena de Carvalho, a mobilização conseguiu unificar as pautas e um grande número de pessoas, que na avaliação do sindicalista, foi uma das maiores paralisações dos últimos anos realizada na cidade. “Precisamos seguir unidos contra o corte de verbas da Educação Pública, e contra a Reforma da Previdência, dentre outras pautas específicas em defesa da universidade e do serviço público em geral”, avaliou Sena.

AGRADECIMENTO – O sindicalista também agradeceu a presença massiva dos trabalhadores em educação nos dois momentos da mobilização. “Estamos de parabéns e vamos seguir unidos e na luta”, finalizou o presidente do sindicato.

 

Participaram da mobilização, dentre outros, a CTB; Apruma; Sindufma; sindicatos de trabalhadores ligados à Educação Pública; grêmios estudantis; professores universitários; UNEGRO; União Brasileira de Mulheres – UBM; artistas e movimentos sociais em geral.

UFMA – Logo cedo a Administração da UFMA divulgou nota no site da universidade, apoiando a paralisação convocada pelos trabalhadores. No documento, cita que a UFMA estaria de portas fechadas para que professores, técnicos-administrativos, estudantes e sociedade civil estivessem envolvidos neste momento de discussão das universidades, organizado pelos sindicatos e diretórios estudantis.

 

“Hoje, a Universidade está mobilizada para que a comunidade acadêmica esteja unida, lutando por uma educação gratuita e de qualidade. A UFMA reitera seu compromisso com a defesa da nossa Universidade, empreendendo todos os esforços para que as atividades de ensino, pesquisa, extensão e inovação prossigam. Um país que não investe em educação está fadado a retrocessos sociais, culturais e econômicos. Portanto participe do movimento em defesa pela educação!”, descreve a nota.

 

REFORMA DA PREVIDÊNCIA – A proposta de Reforma da Previdência apresentada pelo presidente Jair Bolsonaro, ao Congresso Nacional, por meio da Proposta de Emenda Constitucional – PEC n.º 6/2019, penaliza os profissionais do Magistério. A proposta pretende aumentar, em média, o tempo de contribuição dos trabalhadores em 10 anos, e 5 anos em idade mínima para a aposentadoria.

 

 

Imprensa Sintema.

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