
O Sindicato dos Trabalhadores em Educação de 3º Grau no Estado do Maranhão (SINTEMA), atento aos rumos do país, vem a público manifestar seu posicionamento firme e declarado em apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
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A categoria dos técnico-administrativos em educação, que constrói diariamente o ensino superior público na Universidade Federal do Maranhão (UFMA), tem memória e sabe diferenciar o projeto que valoriza o serviço público daquele que aposta na sua destruição e desmonte.
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Mais do que uma disputa eleitoral comum, o momento atual impõe um alerta urgente sobre o perigo existencial que a eleição de Flávio Bolsonaro representa para a própria soberania do Brasil. Entregar o destino da nação a um projeto de submissão externa, desmonte institucional e corrosão das riquezas nacionais significa flertar com a ruína definitiva do nosso país como nação livre e independente.
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RETROCESSO ANUNCIADO
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O avanço de propostas ligadas ao grupo político de Flávio Bolsonaro representa um risco institucional sem precedentes para a educação superior brasileira. A ideia estapafúrdia ventilada em seu plano de governo de retirar as universidades federais do Ministério da Educação (MEC) e transferi-las para o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações — uma pasta historicamente estrangulada e desprovida de orçamento compatível com a gestão de complexos universitários, hospitais de ensino e redes de pesquisa — escancara o total desconhecimento e o desprezo pela ciência e pela soberania educacional.
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Essa proposta tresloucada não é um ponto fora da curva; ela é a continuação direta do período sombrio vivido entre 2018 e 2022 (governo Jair Bolsonaro). Naquela gestão, o Maranhão e o Brasil testemunharam o sufocamento financeiro das instituições, cortes lineares de orçamento, o congelamento de salários, ataques sistemáticos à autonomia universitária e a tentativa infinda de transformar as salas de aula em trincheiras de perseguição ideológica.
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O modo de operação da extrema direita é claro: asfixiar para depois justificar discursos de privatização e precarização.
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Em contrapartida, os governos do presidente Lula historicamente pavimentaram o caminho do diálogo, da valorização profissional e da expansão democrática do ensino superior.
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Diferente do tratamento hostil dispensado no ciclo passado, a atual gestão federal reabriu as mesas de negociação com os trabalhadores técnico-administrativos, garantindo recomposições orçamentárias essenciais para o funcionamento das universidades, avanços nas pautas históricas da categoria, reajustes e ganhos reais de salários e benefícios.
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Lula demonstra, na prática, que investir em educação pública, laica, gratuita e de excelência é a única via para o desenvolvimento soberano do Brasil e do Maranhão.
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Para os técnico-administrativos, votar em Lula no segundo turno não é apenas uma escolha eleitoral pragmática; é uma questão de autodefesa da classe trabalhadora, da democracia e do futuro da juventude maranhense e brasileira.
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Não permitiremos que destruam nossas universidades e nossa carreira. Em defesa da educação pública, dos salários e da dignidade do trabalhador: É Lula Reeleito!
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São Luís (MA), 8 de outubro de 2026.
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Direção do SINTEMA
