Assembleia Geral ratifica Estado de Greve da categoria e adia deflagração do movimento paredista



Nesta quinta-feira (9), os trabalhadores em educação da UFMA se reuniram em Assembleia Geral para deliberar acerca de indicativo de greve aprovado pela Fasubra durante a última Plenária Nacional. O encontro aconteceu no Hall do prédio Castelão, com a presença do presidente, vice-presidente, e secretária-geral do sindicato, Ademar Sena, Jorge Mendes, e Célia Segadilha, respectivamente, sindicalistas que conduziram a mesa de trabalho.

 

Devido ao reduzido número de participantes, apesar da massiva divulgação eletrônica e presencial, com distribuição, pela Direção do sindicato, de panfletos informativos aos TAES nos locais de trabalho, a votação de uma data para deflagração da greve indicada nacionalmente foi adiada.

 

Os trabalhadores aprovaram, por unanimidade, a manutenção do Estado de Greve, com a intensificação das mobilizações junto aos trabalhadores, um tipo de “corpo-a-corpo” para aumentar a adesão ao movimento de luta da classe.

 

“Parece que as notícias de corrupção, o desmonte da Educação Pública, do Serviço Público, entrega das riquezas nacionais aos estrangeiros, PDV, Reforma da Previdência, aumento da contribuição previdenciária, ainda não foram suficientes para indignar os trabalhadores. Nós do sindicato e as lideranças sindicais de todas as correntes políticas aqui presentes, não desistiremos daqueles que não vieram à assembleia, e partiremos para o corpo-a-corpo para sensibilizar cada trabalhador em educação dessa instituição, sobre o grave momento que atravessamos, talvez o pior desde a Ditadura Militar”, frisou Ademar Sena.

Os representantes da APRUMA, prof. Cláudio, e o presidente da CTB-MA, Joel Nascimento, prestigiaram a assembleia do Sintema, e também reforçaram a importância da mobilização dos trabalhadores contra o desmonte do estado brasileiro e das leis trabalhistas.

 

MOBILIZAÇÃO DO DIA 10 Amanhã, dia 10 de novembro, os trabalhadores de todas as categorias estão convocados para o Ato de Mobilização contra os ataques de Michel Temer. A concentração é a partir das 5h da manhã, na Sede Náutica da APRUMA, ao lado da ponte da Barragem do Bacanga. Entre as principais bandeiras de luta estão: a mobilização contra o sucateamento do Ensino Público; Serviço Público; demissão imotivada; PDV; entrega das riquezas como o Pré-Sal às petroleiras estrangeiras (Shell, Texaco, etc); Reforma Trabalhista e da Previdência, entre outros. A partir das 9h, o movimento se desloca para a Av. Cajazeiras.

COMISSÃO DE MOBILIZAÇÃO – Uma reunião da Comissão de Mobilização dos TAES foi marcada para a próxima terça-feira, dia 14 de novembro, às 9h, na sala ao lado da APRUMA, para debater as próximas ações de mobilização da classe. O evento é aberto aos trabalhadores, para debate e sugestões.

 

Imprensa Sintema.

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